Enquanto você trabalha para entender a aritmética do colapso, Brasília trabalha para garantir que ninguém olhe para os números. Recentemente, fora noticiado que o (m)inistro Gilmar Mendes veio a público (publicação em sua conta no X, nesta quinta-feira, 22) defender o arquivamento do pedido de afastamento de Dias Toffoli da relatoria do caso Banco Master.

A alegação? “Ausência de irregularidades” ou a não plausibilidade de real suspeição.

Para a massa, parece o funcionamento normal das instituições. Para a Minoria Moral, é a confirmação de algumas teses:

O Tribunal como Bunker: O ministro Gilmar Mendes determinou o arquivamento do pedido para a retirada do ministro Dias Toffoli da relatoria do caso Master. A representação para a suspeição estava baseada na viagem do ministro em um jatinho com um dos advogados de executivos do banco Master. Nada demais né?! (insuspeitável). É o ciclo perfeito da autotranscendência jurídica. Eles fazem o que querem, em um plano suprajurídico intangível.

O Beneplácito da Toga: Quando o “Capitalismo de Compadrio” encontra o Judiciário, o resultado é o sigilo, a impunidade “real” e a manutenção do status quo.

A Engenharia da Impunidade: Toffoli permanece no controle de um caso sensível, sob a bênção dos Donos do Poder, enquanto o Mercado e o Povo assiste ao teatro das tesouras.

A justiça no Brasil não é cega; ela tem amigos. E os amigos do poder nunca são sorteados para perder.

A verdade é soberana. O silêncio, para nós, é impossível.

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